quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Novas regras na previdência social para 2015

Governo "Dilma" limita benefícios de trabalhadores brasileiros


Foram publicadas no Diário Oficial, nesta terça (30 Dez 14) as medidas provisórias (MP 664/2014 e MP 665/2014) que tornarão mais rigoroso o acesso da população a uma série de benefícios previdenciários, entre eles o seguro-desemprego e a pensão por morte. Tais medidas foram anunciadas na segunda (29) pelo ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, e pelo futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.


Entendam como ficarão as regras com as novas Medidas Provisórias:


Abono salarial


No caso do abono salarial, para ter acesso ao benefício, o trabalhado passará a ter de comprovar seis meses ininterruptos de trabalho com carteira assinada. Na regra atual, o abono é concedido com apenas um mês de contribuição. O valor do benefício, que hoje é de um salário mínimo, passa a ser proporcional ao tempo de serviço, como já acontece com o 13º salário.

Seguro desemprego


Para ter acesso ao benefício serão necessários 18 meses de trabalho com carteira assinada e não mais seis meses. Para a segunda solicitação do seguro, o trabalhador deverá ter contribuído por 12 meses com o INSS. Já no terceiro acesso ao seguro, o trabalhador terá de ter ocupado um emprego formal pelo mínimo de seis meses.

De acordo com Mercadante, a mudança ocorre para corrigir a distorção gerada pela entrada de jovens no mercado de trabalho, cuja rotatividade é maior. "Há uma distorção no programa, com 74% sendo pago para quem está entrando (no mercado), os mais jovens, que são mais dispostos a mudar de emprego", disse.

Seguro defeso - Irregularidades


No seguro defeso, pago ao pescador artesanal no período em que ele não pode pescar para garantir a reprodução dos peixes, as mudanças são mais profundas. Segundo Mercadante, o governo constatou irregularidades na concessão do benefício. "Identificamos que temos problemas na concessão desse programa e insegurança jurídica", disse. "Foi identificado acúmulo de benefício, com pessoas que recebem dois, três salários", afirmou, citando uma cidade paraense onde "tem mais pescador recebendo seguro do que cidadão no município".
A partir de agora, os pescadores não poderão receber o seguro defeso se já forem beneficiários de outros programas sociais, como o Bolsa Família. Eles precisarão ter pelo menos três anos de registro como pescador artesanal. Terão de comprovar comercialização de pescador ou pagamento de contribuição previdenciária por pelo menos 12 meses. A concessão do salário mínimo do benefício será avalia por um Comitê Gestor do Seguro Defeso.

Pensão por morte

No caso da pensão por morte, a partir das novas regras, fica definido que será preciso comprovar o pagamento de 24 meses da contribuição previdenciária para ter acesso. Exceção para casos de mortes por acidentes de trabalho. Será preciso ter dois anos de casamento ou união estável. O valor a ser recebido será de 50% do salário-benefício para o cônjuge, seguido de acréscimos de 10% por dependente até poder completar 100% do total do vencimento. O benefício mínimo segue sendo de um salário mínimo por pensão.
Outra mudança é o fim do benefício vitalício. Cônjuges "jovens" não receberão mais pensão pelo resto da vida. O valor será vitalício apenas para pessoas com até 35 anos de expectativa de vida - ou seja, atualmente para quem tem 44 anos de idade ou mais. A partir desse limite o cálculo dependerá da expectativa de sobrevida.
Desse modo, quem tiver entre 39 e 43 anos receberá por 15 anos o benefício. Quem tiver entre 33 e 38 anos receberá por 12 anos. Entre 28 e 32 anos terá pensão por nove anos. De 22 a 27 anos receberá por seis anos e o cônjuge com 21 anos ou menos receberá pensão por apenas três anos.
Segundo Mercadante, a partir da nova regra, não será possível "casar de última hora para passar o benefício, como acontece hoje com casamentos oportunistas". De acordo com as contas do ministro, o gasto com a pensão cresceu de R$ 39 bilhões, em 2003, para R$ 86,5 bilhões, em 2013. "Isso representa 3,2% do PIB", comparou.

Auxílio-doença

Mercadante anunciou na coletiva de imprensa alterações na concessão do auxílio-doença, que não se aplicam aos atuais beneficiários. O Palácio do Planalto determinou o aumento do prazo de afastamento pago pelo empregador antes do início do pagamento do auxílio-doença pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), de 15 para 30 dias para segurados empregados. Também será fixado um teto no valor do auxílio-doença, equivalente à média das últimas 12 contribuições.

Segundo o ministro Aloizio Mercadante, com as novas medidas o país terá uma economia de aproximadamente R$ 18 Bilhões por ano, além disso, as novas MP irão servir para "corrigir excessos e evitar distorções".

Mas enquanto economiza-se de um lado...

Câmara propõe aumento de salário (cerca de 26%), para Deputados Federais, Senadores, ministros do STF, Procurador-Geral da República e para a Defensoria Pública. A proposta elevará o novo salário  para R$ 33,7 mil.



Curta um Ano Novo sem ressacas!

 Receitas e dicas para sair da ressaca do Ano Novo 


O cineasta Pedro Asbeg, autor do livro "Beber, comer, sobreviver — Cozinhando de ressaca”, compartilhou algumas receitas e dicas imbatíveis para quem quer se recuperar do exagero do dia anterior. Acompanhe as dicas.

O que não comer ou beber?

— Coca-Cola, coxinha de galinha e chocolate, apesar de tentadores, sobrecarregam o fígado, responsável pela metabolização da gordura. Atenção também com os alimentos industrializados, como enlatados e congelados, que podem sobrecarregar em demasia nosso já debilitado organismo 

O que comer ou beber?

É aconselhável o consumo de água, isotônicos e chá de boldo para dar a volta por cima.

Algumas receitas recomendadas:

Tortilha de batata Foto: Divulgação
Torilha de batata - Foto: Divulgação

TORTILHA DE BATATA


Ingredientes:

4 batatas pequenas;
1 cebola média;
½ pimentão vermelho;
3 ovos;
3 colheres de sopa de azeite;
1 colher de sopa de salsa batida;
Sal e pimenta-do-reino a gosto, de preferência moídos na hora.

Modo de preparo:

Corte as batatas em rodelas finas e reserve em uma tigela com água fria. Corte as cebolas também em rodelas, o pimentão em tiras e reserve. Bata os ovos com sal e pimenta-do-reino. Reserve.

Esquente uma frigideira antiaderente larga e coloque o azeite. Escorra a batata, seque com um pano de prato e ponha na frigideira, cobrindo todo o fundo. Abaixe o fogo e frite por 3 minutos.

Coloque a cebola e o pimentão, tampe a frigideira e cozinhe por 5 minutos.

Coloque os ovos na frigideira e cozinhe, sem tampa, por mais 5 minutos.

Cubra a frigideira com um prato e, num movimento rápido, vire a frigideira de modo que a base da tortilha, com as batatas, fique para cima. Deslize a tortilha de volta para a frigideira e leve de volta ao fogão. Tampe e cozinhe por mais 5 minutos.

Tire do fogo, coloque em um prato, cubra com a salsa e aguarde 15 minutos antes de servir.


SOPA FRIA DE PEPINO JAPONÊS E HORTELÃ


Ingredientes:

2 pepinos japoneses;
20 folhas de hortelã;
4 colheres de sopa de iogurte;
1 colher de chá de cominho em pó;
1 colher de sopa de azeite;
1 colher de sopa de endro;
2 pedras de gelo;
Sal e pimenta-do-reino a gosto, de preferência moídos na hora.


Modo de preparo:

Pique bem o hortelã e o endro e reserve. Descasque os pepinos e corte-os em pedaços pequenos. 

Coloque todos os ingredientes na jarra do liquidificador e bata por 1 minuto. Corrija o sal e a pimenta e está pronto.

SALADA DE BETERRABA E MAÇÃ


Ingredientes:

3 beterrabas pequenas;
1 maçã;
2 colheres de sopa de iogurte;
1 colher de sopa de salsa;
1 colher de sopa de azeite;
½ limão;
Sal e pimenta-do-reino a gosto, de preferência moídos na hora;


Modo de preparo:

Pique a salsa e coloque em uma tigela. No mesmo recipiente, adicione iogurte, sal, pimenta, azeite e limão. Tampe e reserve na geladeira.

Descasque as beterrabas e corte-as nas fatias mais finas que você conseguir. Em um prato largo, faça uma pequena montanha com as beterrabas no centro do prato.

Descasque a maçã e corte-as em cubos pequenos.

Coloque os cubos de maçã ao redor da beterraba e regue com o molho de iogurte. Sirva imediatamente.

Leia mais sobre esse assunto em: Exagerou? Quatro receitas para ajudar a curar a ressaca





terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Como os engarrafamentos surgem do "nada"?

Tráfego lento? Entenda o que só a ciência pode explicar!


Final de ano, festas, feriados, estradas lotadas e muita gente que vai viajar já sabe muito bem o que vai enfrentar: muito trânsito nas rodovias. Isso é bastante comum. Afinal, o volume de carros nas estradas é imensamente maior nesse período. Em se tratando das cidades, os períodos de pico no resto do ano se mantêm no início da manhã e no final da tarde.

Em algumas metrópoles, porém, o trânsito pode acontecer quase que durante o dia todo, dependendo da região. No entanto, muitas vezes, não há nenhum motivo para que o tráfego fique parado tanto na estrada quanto na cidade; não há um semáforo demorado, nem um acidente ou obras na pista. Mesmo assim, tudo para “do nada”, formando um congestionamento apelidado de “fantasma”.

Minutos depois, o trânsito passar a fluir novamente e todos passam a se deslocar na velocidade normal. Mas por que isso acontece? De acordo com um artigo de Joseph Stromberg, do Vox, alguns grupos diferentes de pesquisadores vêm utilizando cálculos matemáticos e experiências do mundo real para tentar responder a esta pergunta, chegando a algumas conclusões.

Um exemplo pode ser observado comumente: quando há carros suficientes em uma rodovia, qualquer mínima interrupção do fluxo pode causar uma reação em cadeia. Assim, se um veículo freia ligeiramente e o de trás também freia para evitar bater, essa simples reduzida vai eventualmente aumentando até produzir uma onda de tráfego parado ou com lentidão.

Ondas

"Essas ondas de trânsito resultam de pequenas perturbações em um fluxo de tráfego uniforme, como uma colisão na estrada ou uma frenagem do motorista depois de um momento de desatenção", diz Benjamin Seibold, um matemático da Universidade Temple, ao site Vox.

Você pode estar pensando: “ok, mas quando os carros vão deixando essa pista principal, essa onda de tráfego desaparece”. Bem, infelizmente não. Segundo as análises dos pesquisadores, mesmo quando os carros deixam essa onda de tráfego, ela não desaparece: ela se estende gradualmente para trás, contra a direção do tráfego.

"Tipicamente, essas ondas têm de 100 metros a um quilômetro de comprimento, sendo que geralmente começam com veículos rodando em um aumento súbito da densidade no início e uma posterior queda na velocidade. Então, depois disso, eles lentamente aceleram novamente", disse o pesquisador Benjamin Seibold.

O especialista e mais alguns colegas de pesquisa desenvolveram o conceito dessas ondas — que eles chamam de jamitons, porque eles são análogas às ondas em Física chamadas sólitons — usando algoritmos de computador que simulam o comportamento de condução. Veja abaixo:


Alguns pesquisadores japoneses também realizaram pesquisas que chegaram à mesma conclusão. Em um dos experimentos, eles instruíram 22 motoristas a dirigir com a mesma velocidade e preservar a mesma quantidade de espaço entre os carros, em uma pequena estrada circular. Inevitavelmente, as ondas de tráfego se formaram. Curioso isso, não?




Há como evitar?

Provavelmente as pessoas se veem propensas a culpar as outras, considerando que a culpa de trânsito engarrafado é de quem dirige mal. Porém, não é questão disso.

Os modelos estudados mostram que os congestionamentos que se formam de repente são mais fáceis de acontecer quando as pessoas dirigem o mais rápido possível e precisam frear rapidamente para não bater no carro da frente, o que provoca a reação em cadeia que falamos acima.

Mas como fazer para evitar essa reação? O pesquisador Benjamin Seibold dá uma dica: "se as pessoas observarem com antecipação as densidades de tráfego mais elevadas à frente e deixarem os pés fora do acelerador antes, deixando também mais espaço na frente deles — em vez de esperar até que precisem realmente frear — isso pode impedir que os congestionamentos apareçam”.
Parece fácil, mas na prática não é tanto e os pesquisadores também estão cientes disso. “Os modelos mostram que, mesmo quando todos os motoristas dirigem pelas mesmas regras exatas, e ninguém faz nada de errado, essas ondas ainda podem surgir", disse Benjamin.

Porém, existem algumas condições que os engenheiros podem apostar para reduzir esses engarrafamentos. Por exemplo, sabe-se que quanto mais reta e mais suave for a estrada, menor a probabilidade de congestionamentos se formarem, pois isso também significa que os condutores não precisarão fazer frenagens tão súbitas.

Outra idéia são os limites de velocidade variáveis, em que os eles podem ser diminuídos nas áreas de maiores probabilidades de engarrafamentos “fantasmas”, fazendo com que os carros reduzam gradualmente, ao invés de uma só vez. Em alguns casos, esta ação poderia quebrar as ondas de tráfego lento ou parado.



sábado, 27 de dezembro de 2014

Andressa Urach se recupera e manda recado para fãs

Andressa Urach após receber alta hospitalar manda recado para fãs nas redes sociais.

Andressa Urach mandou um recadinho especial na última sexta-feira (26) para os seus fãs, em seu Instagram.
Foi a primeira atualização da conta na rede social após a sua alta hospitalar na véspera de natal.

"Amores, muito obrigada pelo carinho e as correntes de orações, Deus é maravilhoso e está cuidando de tudo... Vou ficar um tempo afastada das redes sociais, pois preciso desse tempo para me recuperar, logo logo estarei 100% e responderei todas as perguntas. Estar com meu filho é a minha maior prioridade na minha recuperação", escreveu a modelo.

A modelo passou um mês internada por conta de complicações com o uso indevido de hidrogel nas pernas. Ela teve uma severa infecção e ficou na UTI respirando com ajuda de aparelhos. Ufa ! Que susto!

Vamos aproveitar para rever algumas fotos dessa beldade, que ainda vai dar muitas alegrias aos marmanjões de plantão:

Instagram

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Foto / Montagem: www.oquartopoder.com


Pode gostar também de: Fãs fizeram baixaria no instagram de Urach